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Através de uma nota de imprensa enviada à redacção, “o PMM- Madeira saúda os 42 anos da Autonomia da Madeira e reforça mais emprenho para a melhorar, mas não concorda com o regresso da tentativa de divisão entre os portugueses”.

Para João Noronha “aquilo que foi lido em diversa comunicação social da Madeira por actuais e anteriores responsáveis políticos na região, é no nosso ponto de vista a tentativa de regresso ao passado recente”.

“Quando se quer criar um clima em que mais uma vez as desgraças do que se passa na Madeira são da continua responsabilidade dos outros, principalmente do governo da república, é um retrocesso que deveria envergonhar aqueles que falavam em mudança. Será mesmo que nos consideram portugueses de segunda?”, interroga e acrescenta: “Que se saiba, sempre que precisamos de ajuda o Continente nunca nos falhou ou tentam não falhar. Existem também outras regiões com necessidades no nosso país. Tenham coragem de informar ao povo madeirense para onde vai realmente o dinheiro enviado do Continente e da E.U., nos quais servem para sustentar apenas um núcleo muito restrito na região. Olhemos para a nossa dívida, muito superior ao restante pais, a maior taxa de desemprego, o enriquecimento de poucos em detrimento de uma subida galopante da miséria de grande parte dos cidadãos ou o regresso do ferry cedido por interesses que o governo regional sempre nos habitou”. João Noronha refere que “num artigo de opinião foi desagradável ler: Falta de liberdade, colonialismo, falta de respeito pelos nossos antepassados, entre outras, quando na realidade Portugal Continental nunca tratou a Região da forma que alguns políticos regionais querem dar a entender por razões meramente de aproveitamento político”.

“Não podemos esquecer que em 2019 temos eleições regionais e nada como adoptar políticas populistas do passado. É sempre mais fácil culpabilizar o outro, que nesta situação é responsabilizar o governo central pelas incompetências do governo regional”, realça.

Além disso, refere que “depois do fim de uma longa ditadura do estado novo, a falta de liberdade, informação e educação foi realizado por um regime que se dizia democrático e endividou a região com dinheiro de todos os portugueses e restantes europeus”.

“E quando falo de Portugueses, quero que me entendam, menciono: madeirenses, açorianos e “continentais” de todas as regiões do “rectângulo”. Mais parece que alguns não querem apenas mais autonomia, mas também e porque não, a própria independência. Muito bem, vamos lá então explicar ao povo madeirense e porto-santenses com a verdade que nunca existiu, como seria se isso fosse uma realidade”.

“Tenham coragem e expliquem-nos, pois, da minha parte não entendo. Já agora, mencionar falta de justiça para a região só se for para rir, porque bem sabemos que por aqui quem fale ou escreva um pouco mais do que devia é julgado sem precedentes. Deixo o aviso: não iremos perder a autonomia, mas as nossas futuras gerações não nos perdoarão se algo efectivamente não mudar!”, conclui.

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